Parque Nacional da Tijuca


Parque Nacional da Tijuca

História

O Parque Nacional da Tijuca é também conhecido como Floresta da Tijuca. Foi uma obra de reflorestamento do Imperador D. Pedro II, que ordenou o replantio da mata atlântica a partir do momento em que a cidade do Rio de Janeiro começou a sofrer com a falta d’água. No começo do século XIX a área havia sido fortemente degradada pela ação humana pela extração de madeira para lenha e carvão e depois, com atividades agrícolas, com a plantação de cana de açúcar e café, importantes para as exportações brasileiras.

Em 13 anos, a partir de 1862, o major Manuel Gomes Archer plantou aproximadamente 80 mil mudas, das quais cerca de 46 mil vingaram. Em 1889, a área foi designada à supervisão do Barão Afonse d’Escragnolle Taunay e as áreas já reflorestadas passam a ser geridas pelos serviços de captação de água do Rio de Janeiro.

 

Paisagem

Em 1961, foi criado o Parque Nacional da Tijuca, uma área de conservação que passou a ter administração própria, mas que vive em constante ameaça, já que é cercada pela segunda maior área urbana do país.

A área faz parte do Maciço da Tijuca, um bloco isolado que faz parte da Serra do Mar, que compreende as serras de Três Rios, da Carioca e a Pedra da Gávea, essa última com 842 m de altura. O Maciço da Tijuca tem áreas com altitudes que variam de 80 m a 1.021 m, sendo o Pico da Tijuca, o ponto mais alto do parque.

O Parque têm catalogadas espécies nativas da Mata Atlântica, com pelo menos 900 espécies diferentes de plantas e 230 de animais e aves.

 

O que fazer?

A maior floresta urbana do mundo divide seu espaço com a cidade. Os moradores cruzam seus morros todos os dias indo e voltando do trabalho. Algumas formações rochosas destacam-se na paisagem, especialmente os mais conhecidos, Pedra da Gávea e Corcovado. A mata ainda esconde diversas cachoeiras para aqueles que buscam momentos de paz e tranquilidade.

Além disso, existem estradas pavimentadas, como a das Paineiras que possibilitam uma deliciosa caminhada e dá acesso ao morro do Corcovado, trilhas para os amantes do trekking, como o Pico da Tijuca e o Bico do Papagaio e mirantes como o Dona Marta e a Vista Chinesa, que dão uma bela foto da Cidade Maravilhosa.

A Pedra Bonita também é uma boa opção para quem quiser fazer uma caminhada ou até mesmo para quem quer um pouco mais de adrenalina e queira saltar da rampa de asa delta ou parapente. Com cerca de 696 m de altura, os praticantes de voo livre aterrisam  na Praia do Pepino, no bairro de São Conrado.

Nas trilhas do parque, além das belezas ecológicas, existem também construções históricas escondidas e algumas outras remodeladas e reaproveitadas, como a velha casa do Barão de Taunay, que hoje funciona um restaurante.

O Parque oferece também um refúgio ao intenso calor na cidade, já que no meio das suas trilhas a temperatura chega a ser 9°C abaixo da temperatura da cidade

 

Infraestrutura: Centro de visitantes, restaurantes, ruas internas asfaltadas e atrações sinalizadas.

Área: 3.200 hectares

Relevo: Acidentado

Horário: Todos os dias, das 8:00 às 18:00.

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